Expiação
Domingo Maio 13th 2007, 00:10
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Estudo Cristologia (Expiação)

Romanos 3:23

A morte de Jesus Cristo atendeu a quatro necessidades que temos como pecadores.

São elas:
1 Merecemos morrer como castigo pelo pecado.
2 Merecemos receber a ira de Deus contra o pecado.
3 Estamos separados de Deus pelos nossos pecados
4 Estamos escravizados ao pecado e ao reino de satanás.

Essas quatro necessidades são atendidas pela morte de Cristo da seguinte maneira.

I Sacrifício ( Oferta solene à dividade em vítimas ou donativos)

Para pagar a pena de morte que merecemos por causa de nossos pecados, Cristo morreu como sacrifício por nós. Ele se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo,o pecado. (Hebreus 9:26)

II Propiciação ( Aquilo que faz tornar favorável sacrifício)

Para nos livrar da ira de Deus que merecemos ,Cristo morreu como propiciação pelos nossos pecados. Nisto consiste o amor;não em que nós tenhamos amado a Deus,mas em que Ele nos amou e enviou o Seu Filho como propiciação pelos nossos pecados (1ª João 4:10)

III Reconciliação ( Ato ou efeito de reconciliar Restituir a paz ou as boas relações perdidas com alguém)

Para vencer a nossa separação de Deus, precisávamos de alguém que proporcionasse reconciliação e dessa forma nos trouxesse de volta à comunhão com Deus. Paulo diz que Deus nos reconciliou consigo mesmo por meio de Jesus Cristo e nos deu o ministério da reconciliação (2ª Corintios 5:18-19).

IV Redenção ( Ato ou efeito de redimir adquirir de novo o que se havia perdido)

Uma vez que como pecadores estamos escravizados ao pecado e a satanás, precisamos de alguém que nos proporcione redenção e, dessa forma,nos Redima de nossa servidão (Mc 10:45).

Conclusão:
É suficiente observar que um preço foi pago (a morte de Cristo), e como resultado fomos redimidos de nossos pecados (Romanos 6:11-14).
Pastor Amaury Gomes 07/03/2007



A Graça Comum
Domingo Maio 13th 2007, 00:06
Arquivar em: TEOLOGIA

Estudo (A GRAÇA COMUM)

INTRODUÇÃO:

O Que é Graça Comum?

Graça comum é a graça de Deus pela qual Ele dá às pessoas inumeráveis bênçãos que não fazem parte da salvação.

Quais são as bênçãos que Deus dá a todas as pessoas,tanto aos crentes como aos incrédulos?

ALGUNS EXEMPLOS DE GRAÇA COMUM

a) O domínio físico.Os incrédulos continuam a viver neste mundo unicamente por causa da graça de Deus (Gn.3:18; Mt.5:44,45).

b) O domínio intelectual. A graça comum de Deus também resulta na capacidade para compreender a verdade e distingui-la do erro e em experimentar crescimento em conhecimento,que pode ser usado na investigação do universo e na tarefa de dominar a terra.(Rm.1:21;Jo.1:9)

c) O domínio moral. Deus por meio da graça comum,limita as pessoas para que não sejam tão más quanto poderiam ser.(Sl.81:12;Rm.1:24,26,28).

d) O domínio religioso.Até mesmo no domínio da religião humana,a graça comum de Deus produz algumas bênçãos para as pessoas incrédulas (Mt.5:44 ; 1ªTm. 2:1,20).Será que Deus responde às orações dos incrédulos?(Sl.145:9,15 Mt.7:22;Lc.6:35,36).

Conclusão:
A graça comum é diferente da graça salvífíca.A graça comum não transforma o coração humano nem conduz as pessoas ao genuíno arrependimento e a fé. A graça comum reprime o pecado, mas não muda em medida alguma a disposição fundamental de alguém,nem purifica a natureza humana decaída.

Pr.Amaury Gomes
11/04/2007



Os Oficios de Jesus Cristo
Domingo Maio 13th 2007, 00:04
Arquivar em: TEOLOGIA

Estudo (Cristologia)

OS OFÍCIOS DE CRISTO

QUAIS SÃO OS OFÍCIOS DE JESUS CRISTO?
Profeta, Sacerdote e Rei.

INTRODUÇÃO:
Os três cargos mais importantes que poderiam existir para o povo de Israel no Antigo Testamento eram: o profeta ( como Nata 2ºSm.7:2), o sacerdote(como Abiatar,1ºSm 30:7) e o rei (como Davi,2ºSm.5:3).
O profeta falava as palavras de Deus ao povo.
O sacerdote oferecia sacrifícios ,orações e louvores a Deus em favor do povo.
O rei governava o povo como representante de Deus. Esses três ofícios prefiguravam a própria obra de Cristo de varias maneiras.
Cristo preenche esses três ofícios do seguintes modos:
Como profeta Ele revela Deus a nós e transmite-nos a palavra de Deus.
Como sacerdote ele tanto oferece a Deus um sacrifício em nosso favor quanto Ele mesmo é o sacrifício oferecido.
Como rei Ele governa a Igreja e o próprio universo.

1 – CRISTO COMO PROFETA.

Os profetas do Antigo Testamento transmitiam a palavra de Deus ao povo.Moises foi o primeiro grande profeta e escreveu os cinco primeiros livros da Bíblia,O Pentateuco.
Depois vieram outros que falaram e escreveram as palavras de Deus.Mas Moises predisse que um dia viria outro profeta como ele. (Dt.18;15-18).

a) Ele é aquele sobre quem foram feitas as profecias do Antigo Testamento (Lc.24:27).Assim, os profetas do A.T. escreviam a respeito de Jesus Cristo esperando no futuro,e os apóstolos do N.T..examinavam o que Cristo fez no passado e interpretavam sua vida em beneficio da igreja.

b) Jesus não era meramente um mensageiro da revelação de Deus (como todos os outros profetas), mas era Ele mesmo a fonte da revelação de Deus.(Mt.5:22)-(Jo;1:1 e 14:9)e (Hb.1:1-2).

2 – CRISTO COMO SACERDOTE.

No Antigo Testamento, os sacerdotes eram designados por Deus para oferecer sacrifícios.Eles também ofereciam orações louvores a Deus em favor do povo. Ao agir assim ´´santificavam´´ as pessoas, ou tornavam-nas aceitáveis à presença de Deus,se bem que de forma limitada durante o período do Antigo Testamento.no Novo Testamento Jesus tornou-se nosso grande sumo Sacerdote.

a) Jesus ofereceu um sacrifício perfeito pelo pecado.O sacrifício que Jesus ofereceu pelos pecados não foi o sangue de animais como touros e bodes:´´ porque é impossível que o sangue de touros e bodes remova pecados´´ (Hb.10:4), (Hb.9:26).Jesus ofereceu um sacrifício que de uma vez por todas pôs fim à necessidade de quaisquer outros sacrifício.

b) Jesus nos aproxima continuamente de Deus Os sacerdotes do A.T. não apenas apresentavam sacrifícios, mas também compareciam de modo representativo na presença de Deus,de tempos em tempos,em favor do povo.(Hb.9:24) e(Hb.6:19-20).

c) Como sacerdote, Jesus ora continuamente por nós outra função sacerdotal no A.T. era orar a favor das pessoas.(Hb.7:25) e (Rm.8:34).Saber que Jesus ora continuamente ao nosso favor deve dar-nos grande ânimo.

3 – CRISTO COMO REI.

No Antigo Testamento o rei tinha autoridade para governar a nação de Israel. No Novo Testamento,Jesus nasceu para ser o Rei dos judeus (Mt.2:2).Naquele dia Ele será reconhecido como o ´´Reis dos Reis e Senhor dos Senhores´´(Ap.19:16) e (Fp.2:10).

CONCLUSÃO:

Então falaremos apenas a verdade a respeito de Deus e sobre o seu mundo, e se cumprirá em nós o propósito profético original que Deus tinha para Adão. Seremos sacerdotes para sempre, pois iremos eternamente adorar e oferecer orações a Deus,contemplando sua face e habitando em sua presença(Ap.22:3-4).Iremos oferecer continuamente a nós mesmo ,todas as nossas posses e ações como sacrifício ao nosso mui digno Rei.

Pr.Amaury Gomes
28/03/07



A Obra do Espirito Santo
Domingo Maio 13th 2007, 00:02
Arquivar em: Sem Categoria

Estudo Cristologia

A OBRA DO ESPIRITO SANTO
Introdução:

A obra do Espírito Santo consiste em manifestar a presença ativa de Deus no mundo e em na igreja.
O Espírito Santo é o membro da Trindade que as Escrituras com mais freqüência representam como aquele que está presente para fazer a Obra de Deus no mundo.
No Antigo Testamento,a presença de Deus muitas vezes foi manifestada na Glória de Deus e nas teofanias (o ato de Deus aparecer aos homens, eram manifestações transitórias e, aparecimentos ocasionais que se tornaram permanentes na SHEKINAR, isto é, na Glória do Senhor) Ex.40:34,35.
Mas depois que Jesus subiu ao céu , e de continuo através de toda era da igreja,o Espírito Santo é agora a principal manifestação da presença da Trindade entre nós.
Ele é o que está presente de modo mais proeminente entre nós agora.

DE QUE MANEIRAS ESPECIFICAS O ESPIRITO SANTO TRAZ AS BÊNÇÃOS DE DEUS PARA NÓS ?

1- O ESPIRITO SANTO NOS DÁ PODER PARA VIDA.

No domínio da natureza,é papel do Espírito Santo dar vida a todas as criaturas animadas na terra,no céu ou no mar,como está escrito:´´Envias o teu Espírito,eles são criados´´ (Salmo.104:30).
Em (Jó 34:14,15). Vemos aqui o papel do Espírito Santo dando e sustentando a vida humana e animal.
E no dia que Cristo voltar, é o mesmo Espírito Santo quem irá completar essa obra de dar vida concedendo nova a vida ressurreta ao nosso corpo mortal.(Romanos 8:11).

2- O ESPIRITO SANTO NOS DÁ PODER PARA O SERVIÇO.

No Antigo Testamento,o Espírito Santo muitas vezes capacita pessoas para serviço especial.Ele capacitou Josué com habilidades de liderança e sabedoria (Nm.27:18;Dt.34:9), e deu poder aos Juízes para libertar Israel de seus opressores. Observem como o Espírito do Senhor veio sobre ( Otoniel em Jz.3;10,Gideão em Jz.6:34,Jefté em Jz.11:29 e Sansão em Jz.13:25,14:6 ). O Espírito Santo veio poderosamente sobre o rei Saul a fim de levantá-lo para a batalha contra os inimigos de Israel.
No Antigo Testamento o predisse o tempo em que o Espírito Santo ungiria um Messias-Servo em grande plenitude e poder. (Is.11:2,3).
No Novo Testamento.A obra capacitadora do Espírito Santo é vista primeiro e de modo pleno na unção e capacitação de Jesus como o Messias.O Espírito Santo desceu sobre Jesus por ocasião do seu batismo (Mt.3:16,Mc.1.11 e Lc.3:22).Quando Jesus foi pregar na sinagoga em Nazaré,declarou que a profecia de Isaias fora cumprida Nele (Lc.4:18,19).

3- O ESPIRITO SANTO NOS PURIFICA.
Uma vez que esse membro da Trindade é chamado Espírito Santo ,não supreende que uma de suas principais atividades seja purificar-nos do pecado e ´´santificar-nos´´ ou tornamos mais santos na conduta prática.Mesmo na vida de incrédulos há alguma influência restritiva do Espírito Santo uma vez que Ele convence o mundo do pecado.(Jô.16:8,11 e At.7:51).A santificação vem pelo poder do Espírito Santo(2ªTs.2:13;1ªPe.1:2 e Rm.8:4,15,16),e por isso é pelo Espírito Santo que somos capazes de fazer morrer os efeitos do corpo e crescer em santidade pessoal(Rm.8:13 e Fl.7:6).

4- O ESPIRITO SANTO NOS REVELA.

a) Ele revelou a palavra de Deus aos profetas do A.T. e aos apóstolos do N.T. (Nm.24:2,Ez.11:5;Mt:22:43 e 2ªPe.1:21)

b) Ele dá evidências da presença de Jesus (Jô.16:14, At. 5:32 e 1ªJo.4:2).O Espírito Santo opera em várias maneiras que possam ser percebidas por crentes e incrédulos,isso encoraja as pessoas a crer que Deus está perto,trabalhando para cumprir seus propósitos na igreja e para abençoar o seu povo.

c) Ele guia e dirige o povo de Deus (At.15:28 e 16:6,70

d) Ele nos dá segurança (Rm.8:16 e 1ªJo.4:13)

e) Ele ensina e ilumina (Jô.14;26, 1ªCo.2:10 e Ef.1:17,19).

Conclusão:
Portanto, na vida cristã é importante depender do poder do Espírito Santo,reconhecendo que qualquer obra mais expressiva é feita ´´não por força nem violência,mas pelo meu Espírito,diz o Senhor dos Exércitos´´ (Zc.4:6).
Devemos andar segundo a direção do Espírito Santo (Rm.8:12,16 ;Gl:5:16,26), finalmente (Rm.8:4,6).

Pr. Amaury Gomes 04/04/2007



Ressurreição
Sábado Maio 12th 2007, 23:59
Arquivar em: TEOLOGIA

Estudo Cristologia (Ressurreição)
João 11:25

1- O Que é Ressurreição?
É não permanecer morto eternamente.

2- Qual a natureza da Ressurreição de Cristo?

A Ressurreição de Cristo não foi simplesmente um retorno da morte, à semelhança daquela experimentada por outros antes Dele,como Lázaro (João 11:1-44),porque senão Jesus teria se submetido à fraqueza e ao envelhecimento, e por fim teria morrido outra vez,exatamente como todos os outros seres humanos morrem.Em vez disso,quando ressurgiu dos mortos Jesus tornou-se ´´ AS PRIMICIAS`´(1ª Corintios 15:20-23) de um novo tipo de vida humana,uma vida na qual este corpo foi aperfeiçoado,não estando mais sujeito à fraqueza,envelhecimento ou morte,mas capaz de viver eternamente.

3 – Quem participou desta Ressurreição?
O Pai e o Filho alguns textos afirmam especificamente que Deus Pai ressuscitou Cristo dentre os mortos (Atos 2:24;Romanos 6:4;1ª Corintios 6:14;Gálatas 1:1 e Efesios 1:20), mas outros textos falam de Jesus participando na sua própria ressurreição.(João 10:17,18).Portanto é melhor concluir que tanto o Pai quanto o Filho estavam envolvidos na ressurreição (João 11:25, Hebreus 7:16).

4 – O que nos assegura a Ressurreição de Cristo?
Nossa regeneração o apostolo Pedro diz que Ele nos regenerou(1ª Pedro 1:3).Aqui ele associa explicitamente a Ressurreição de Jesus com a nossa própria regeneração ou o novo nascimento.
Nossa justificação em apenas uma passagem o apostolo Paulo associa explicitamente a Ressurreição de Cristo com a nossa justificação (ou o nosso recebimento da declaração de que não somos culpados,mas retos diante de Deus).(Romanos 4:25,Filipenses 2;8-9).Não havia mais nenhuma pena a ser paga pelo pecado,nenhuma ira de Deus,nenhuma culpa ou motivo de punição,tudo havia sido completamente pago.Deus estava dizendo a Cristo “ Eu aprovo o que fizeste,e achaste favor diante de mim“.
Corpos ressurretos perfeitos o Novo Testamento associa várias vezes a ressurreição de Jesus com nossa ressurreição corpórea final.(1ªCorintios 6:14-2ªCorintios 4:14)

Conclusão:
1ª Corintios 15:58
Colossenses 3:1-4
Recompensa celestial futura

Pastor Amaury Gomes 13/03/07



Discurso Placa
Domingo Março 11th 2007, 16:53
Arquivar em: TEOLOGIA

DISCURSO DE APOSIÇÃO DA PLACA

Hoje, 04 de julho de 1997, os olhos do mundo estavam voltados para o planeta Marte.
É que os EUA como parte das comemorações do dia da Independência Americana
Programaram a descida de uma sonda revolucionária no referido planeta,com a promessa de desvendar os ministérios que cercam,trazendo respostas para várias perguntas, inclusiva a da existência de vida além do Planeta Terra.

A expectativa em torno desse evento mobilizou cientistas, estudiosos e curiosos de toda parte. Todos, isto é, quase todos estavam sintonizados em torno desse evento extraordinário. Digo quase, porque ao menos para treze jovens esses acontecimento foi, se não completamente ignorado, relegado o segundo plano.

Para eles, o dia 04 de julho de 1997 se reveste de outra importância. É um dia muito especial em suas vidas, pois marca um fim (ou será um começo?) de uma longa jornada.
Tudo começou quando de forma sobrenatural sentiram dentre si aquele chamado irresistível para dedicar suas vidas ao sagrado Ministério. Após a decisão tomada,passaram pelo crivo de seus Conselhos e Presbitérios, e sendo julgados aptos,
Foram enviados a este seminário.

Seminário Presbiteriano do Norte Nome imponente. Ainda me lembro da preocupação de todos com relação ao exame de admissão! Afinal, sempre foi uma honra ser aluno do SPN e, por isso mesmo, era grande a expectativa.

Galgado o primeiro degrau, 27 alunos ingressaram. Foi em fevereiro de 1993. Essa data jamais será esquecida, pois foi o raiar de um novo tempo para aqueles jovens.
Os primeiros meses foram de descobertas, encontros e desencontros, enfim tudo o que diz respeito à formação de um grupo.

Personalidades distintas, experiências diversas, expectativas muitas vezes conflitantes.

Hoje percebo que tudo isso contribuiu para a nossa formação tanta acadêmica como espiritual. cada um teve que sem querer,com os nossos próprios erros e com os exemplos de outros. Não há preço que pague a excelência dessa experiência.

Foram quatro anos e meio, éramos 27, a caminhada foi longa e árdua, muitas dificuldades, mas em todas Deus providenciou forças para ultrapassar as barreiras. “Afinal quem fez a promessa é fiel…´´

Alguns não conseguiram, mas temos que nos curvar diante da soberana vontade de Deus e agradecer por seu sustento em todas as horas e pela graça que foi concedida aos que hoje à noite estão comemorando a vitória!

Agradeço a Deus por fazer parte desse grupo. Pessoas com quem muito aprendi, principalmente a amar.

ADSON, siga sempre em frente como fizeste até agora, cônscio de que as dificuldades são apenas meios de Deus mostrar o que Ele pode fazer por você.

ALEXANDRE, Deus te agraciou com vários dons. Isso é maravilhoso,mas traz consigo muita responsabilidade!Ore vigie e exerça o ministério que Deus lhe confiou.

AMAURY, a persistência é a marca que lhe acompanha. Muitos são aptos mais não persistem. Você foi agraciado por Deus com as duas qualidades.Isso é essencial para o verdadeiro Deus.

EDUARDO, um líder sem sonho é um líder sem visão e com grande possibilidade de derrota. Penso que você é justamente o oposto.Traçar alvos é essencial,mas lembre-se de sempre depender de Deus para os resultados.

FLÁVIO JOSÉ, responsabilidade no serviço e fidelidade são essenciais para o pastor. Por isso não teria qualquer dificuldade de ser sua ovelha.

FLÁVIO MARCUS, a igreja precisa de grandes oradores. creio que todos admiramos esse dom que Deus lhe deu.O apóstolo Paulo nos exorta a perseguir a perfeição.Faça-o.

FRANCISCO, a busca pelo conhecimento é uma virtude admirável. Os grandes homens de Deus no passado sempre foram também grandes pensadores.Continue assim,sempre em busca da verdade para melhor alimentar o rebanho que Deus colocar em suas mãos.

GILMAR, a falta de zelo pela doutrina reformada tem sido a causa da derrocada de muitas igrejas. Com certeza a que estiver em suas mãos não correrá esse risco.A perseverança na verdadeira doutrina é essencial.

IRANILDO, compreensão, disponibilidade para servir e principalmente uma verdadeira amizade estão em falta no mundo. Contudo nós tivemos a sorte de ter você por perto.Ser pastor e amigo ao mesmo tempo é tarefa difícil,mas com certeza suas ovelhas serão felizes nesse aspecto.

JOSINALDO, sobriedade nas decisões são primordiais para um pastorado bem sucedido. Em todo percurso esse seu aspecto salta à nossa vista.Cultive dia a dia esse dom e exerça-o sempre.

MARCOS CEFAS, Cristo disse que os pacificadores e os mansos são felizes. Porém,muito mais felizes serão as ovelhas que tiverem um pastor com essas características.

SILVIO,fazer discípulos é uma tarefa exaustiva,mas que traz resultados gratificantes.Seu ardor evangelistico será recompensado pelos frutos que Deus irá derramar.

Juntamente comigo, esse grupo constitui a Turma de formandos do Curso de Bacharel em Teologia ,Turma Rev.Irineu da Silva Neto.
Justa homenagem , a esse servo de Deus que tem dedicado sua vida a ensinar neste seminário a bela arte da reflexão,da critica e do juízo.Enfim,o Rev.Irineu tem se proposto a ensinar a pensar.E isso não é tarefa fácil pois fomos acostumados a aceitarmos tudo de bom grado e sem questionamento.

Além disso tem participado ativamente da nossa vida academioca,sempre disposto e aberto para oferecer sua orientação sempre sóbria e precisa.A ele nossa simples,mas sincera homenagem.

Agradecemos à todos que fazem a JURET e o Conselho Diretor pelo zelo dispensado.
Aos funcionários agradecemos e rogamos as mais profundas bênçãos de Deus.
Aos nossos mestres pedimos perdão, pois a dívida do conhecimento nunca poderá ser pago.

Referi-me no inicio ao´independence DAY“americano. Este dia comemora a independência das treze colônias do jugo Inglês.

Paradoxalmente, hoje ao descerrar-mos essa placa, não estaremos proclamado a nossa ´´independecia´´como julgam alguns. antes ela será um marco para nos lembrar que,a partir de agora,como servos humildes,nos tornaremos cada vez mais dependentes do nosso Senhor Jesus Cristo.

A Ele, pois toda a glória, porque:
´´Em nada tenho a vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus.
(Paulo, em Atos 20:24).

Na época, Teologando.
Hoje Rev.Vigor Freire



sermão doutrinário
Sábado Fevereiro 24th 2007, 15:58
Arquivar em: TEOLOGIA

Texto: Ezequiel  29:21 

 

Introdução:

 

IGREJAS INTEIRAS CLAMAM HOJE, PELO PODER DE DEUS.ELAS DESEJAM SINCERAMENTE VER UM GRANDE AVIVAMENTO DA    OBRA DE DESU, SEGUINDO DE MILAGRES, SINAIS E PRODÍGIOS. 

HÁ PESSOAS QUE ATÉ TENTAM DAR UMA MÃOZINHA Á DEUS INVENTANDO ALGUM MILAGRE. MAS ESTRANHAMENTE NADA ACONTECE.HÁ PESSOAS QUE ESTÃO BUSCANDO UMA EXPERIÊNCIA EXTRAORDINÁRIA COM DEUS, MAS, ELAS NUNCA CHEGAM. 

POR QUE NÃO PODEMOS VER OS CEGOS ENXERGAREM, OS ALEJADOS ANDAREM, OS MORTOS RESSUCITAREM E OS DEMÔNIOS SEREM EXPULSOS?TEMA:    POR QUE NÃO MANIFESTAMOS O PODER DE DEUS E NÃO VEMOS SUA GLÓRIA?A RESPOSTA ESTÁ NA CONJUÇÃO DE VÁRIOS FATORES. 

 

O PRIMEIRO FATOR É ESTE: 

I - PORQUE O PROCURAMOS PARA SATISFAZER NOSSOS PRAZERES. (TIAGO-4:2-3) 

a) A VERDADE É QUE DESEJAMOS PARECER PIEDOSO. MAS NEM SEMPRE SOMOS. 

b) DESEJAMOS VER SÓ OS MILAGRES E OS SINAIS, MAS, NÃO TEMOS PRAZER COM O REINO DE DEUS. 

c) NÓS TEMOS MUITO DAQUILO QUE JESUS NÃO TINHA, MAS, HAVIA ALGO
EM JESUS  QUE NÓS NÃO TEMOS QUE É O AMOR E A DEDICAÇÃO PELO REINO DE DEUS.
 

1) JESUS ACORDAVA COM O REINO. 

2) SE ALIMENTAVA DO REINO. 

3) EXPANDIA E GASTAVA TEMPO COM O REINO. 

4) E AO FIM DO DIA DORMIA COM REINO DE DEUS
EM SEU PENSAMENTO.
 

MAS CONOSCO NÃO OCORRE O MESMO, DESEJAMOS PARA NÓS SÓ A PARTE ESPETACULAR DO REINO. 

- PORQUE ISTO TALVEZ POSSA NOS CONVENCER QUE SOMOS CRENTES. 

- PORQUE ISTO TALVEZ POSSA NOS PROJETAR NA CARREIRA POLÍTICA CRISTÃ. 

- PORQUE ISTO PODE PROJETAR NOSSA IGREJA, DENOMINAÇÃO OU AJUNTAMENTO (TIAGO 4; 3). POR ESSA RAZÃO NÃO PODEMOS VER A GLÓRIA DE DEUS. 

 

 

 

 

 

 

 

 O SEGUNDO FATOR É ESTE: 

POR QUE NÃO VEMOS A GLÓRIA DE DEUS? 

 

II- PORQUE NÃO ESTAMOS FAZENDO O QUE ELE NOS MANDOU FAZER. (MT 20; MC 16; 15,18 E 20). 

a) NESTES DOI TEXTOS O SENHOR NOS DEU ORDENS OBJETIVAS E DIRETAS.b) INDO  FAZEI DISCÍPULOS (MT 28:18). O DISCÍPULO É UM APRENDIZ.c) ENSINA-OS A GUARDAR TUDO QUANTO TENHO ORDENADO.d) COMO DEVERÍAMOS FAZER ISTO?PREGANDO (MC 16; 15), FALANDO DE J ESUS:AOS AMIGOS, NA ESCOLA, FACULADADE, NO TRABALHO, NA RUA, NO CONSULTÓRIO, NOS HOSPITAIS, OU SEJA,
EM QUALQUER LUGAR.
VOCÊ JÁ TEM ALGUM DISCÍPULO?QUANTOS ALUNOS VOCÊ TEM?VOCÊ ESTÁ ENSINANDO O EVANGELHO A ALGUÉM? QUANTOS?O PROBLEMA É QUE NÓS NÃO QUEREMOS NOS ENTREGAR A ESTA TAREFA.MUITAS DAS VEZES DESEJAMOS A AJUDA DE DEUS PARA NÃO FAZER NADA. 

 

 

 O TERCEIRO FATOR É ESTE:NÓS NÃO VEMOS A GLÓRIA DE DEUS. 

III - PORQUE NÃO DESEJAMOS OFERECER NOSSA VIDA AO SACRIFÍCIO DE OBEDECER (RM 12; 1 2).O CULTO RACIONAL SE CHAMA OBEDIÊNCIA.OBEDIÊNCIA É A COISA LÓGICA A FAZER DIANTE DE DEUS. 

É INCOERÊNCIA PENSAR QUE PODEMOS SER ABENÇOADOS QUANDO ESTAMOS VIVENDO
EM DESOBEDIÊNCIA A DEUS.
 

NESTE PONTO JÁ PODEMOS MOSTRAR QUE TUDO ISTO TEM HAVER COM ORAÇÃO.QUAL A LIGAÇÃO ENTRE VER A GLÓRIA DE DEUS, PREGAR E FAZER DISCÍPULOS, ENSINAR E OBEDECER COM NOSSA VIDA DE ORAÇÃO.QUANDO PEDIMOS ALGO PARA OUTROS FINS QUE NÃO ESTEJAM NOS PLANOS DE DEUS, ESTA ORAÇÃO É INÚTIL. 

QUANDO PEDIMOS ALGO QUE DEUS PROMETEU SEM NOS COMPROMETER COM OS PRÉ-REQUISITOS DADOS POR DEUS NADA ADIANTA, ORAR SERÁ INÚTIL.QUANDO NÓS ORAMOS PEDINDO A DEUS QUE NOS ABENÇOE COM OBEDIÊNCIA AOS SEUS MANDAMENTOS, NÃO TEM MAIS PORQUE NÃO CONFIAR.POIS, DEUS JÁ DEU SEU AMÉM A ISTO. VÁ E OBEDEÇA.VÁ E REALIZE O QUE ELE MANDOU.QUANDO ORAMOS POR UM REAVIVAMENTO E NÃO ENTREGAMOS NOSSO CORPO É INÚTIL. 

 

MEU QUERIDO IRMÃO,  VÁ ENFRENTE E CONFIE EM DEUS, NÃO
EM VOCÊ MESMO.
GOSTARIA DE CONCLUIR COM ESTAS PALAVRAS: 

CONSIDERA-ME, DISSE JESUS, O SERVIÇO QUE TENHO PEDIDO FAZEI-O, CABE-ME SOMENTE A MIM, DAR-TE A DIREÇÃO E PROVER AS NESSECIDADES. DÁ-ME TUA SUBMISSÃO, O TEU AMOR E O TEU DESEJO PURO, E EU TE DAREI O RESTO. 

Rev. Amaury Gomes 

 

 



O Cristianismo e sua Missão
Segunda-feira Fevereiro 19th 2007, 15:16
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O homem alcançou grande desenvolvimento tecnológico, mas o seu desenvolvimento não permite usá-la para o bem da humanidade.A solução do problema social, não é apenas Econômica. É necessário transformar o homem. Somente a Igreja poderá realizar essa tarefa.Já que a grande missão da Igreja no século XXI é a de transformar o indivíduo e a sociedade, isto é, a família, o estado, o comércio. A tarefa é urgente, pois a sua influência está sendo disputada pelas ideologias que se arrogam o direito de reconstruir o mundo sobre bases contrárias aos princípios do Cristianismo.A Igreja deve hoje despertar para sua grande missão social. A Igreja primitiva, embora procurasse realizar algumas obras sociais, não se preocupou com a transformação da ordem social.Por outro lado, os monges tiveram uma atitude cristã perante os problemas sociais, fosse apenas evitá-los, teriam razão os marxistas ao afirmarem que “a religião é um ópio”.A Igreja na Idade Média teve o ideal de dirigir a ordem social; porém, isto não significa, em absoluto, que ela desejava cristianizá-la, pois chegava até a aceitar-lhe os padrões de moral.A reação da Reforma, que havia de ter uma repercussão extraordinária na democracia moderna, também não só a Igreja, como também o social. Essa opinião é ainda hoje aceita por muitos pensadores que acham, apenas se deve transformar o indivíduo, esquecendo assim do meio onde ele vive na sociedade.Um sistema social e político que está completamente em desacordo com a ética cristã. Tentando assim limitar o campo de ação do Cristianismo, o que é impossível de fazer, pois ele é integral, isto é, deve influenciar todas as esferas da vida.Se a Igreja não agir nas “questões terrestres”, perderá a sua influência, apresentando uma mensagem que se aplica apenas ao outro mundo, ela prega o amor ao próximo, o respeito à personalidade humana, a fraternidade, princípios não postos em prática plenamente. A Igreja não necessita formular programas casuístas para a solução dos problemas sociais, a sua grande missão é de apresentar aos homens os princípios do Cristianismo que se aplicam ao indivíduo e a sociedade.Não deve haver alternativa entre cristianismo individual e cristianismo social. O Cristianismo inclui ambos esses aspectos parciais. Só há um Cristianismo, o Cristianismo integral. A tarefa da Igreja no terreno social é a de modificar a mentalidade dos homens, denunciando as injustiças e absurdos dos sistemas sociais, e apresentando um conceito integral do Cristianismo, em que os indivíduos transformados se consideram novos soldados na luta contra os males e vícios sociais. Cristianismo não deve ser apenas uma esperança supra terrena, uma flácida ambição apocalíptica, mas uma filosofia operante na vida.Os indivíduos transformados terão uma repercussão fora dela, como se verifica em todos os movimentos. A mudança de mentalidade dos cristãos sobre o problema da escravidão, repercutiu em todas as esferas da vida. A Igreja deverá mudar a mentalidade dos patrões, dos capitalistas, mas também a dos operários, ensinando-lhe que, embora sua situação econômica deva se melhorada, para que eles tenham uma vida mais abundante, entretanto seus principais inimigos não são a religião, a família, o estado, mas o pecado, o vício, a miséria. Deve ela pregar o amor, mas também atacar os sistemas sociais que fomentam o ódio. Deve atacar as causas da guerra que se encontram no coração dos homens e nos sistemas sociais iníquos e pagãos, a igreja, portanto, formará um novo tipo de cristãos. Ela não está seduzida pela miragem socialista de poder transformar o coração dos homens. Para ela todos os males vêem do coração, e, por isso, nele devem ser combatidos.Formar um novo homem, uma nova aristocracia, a dos servidores da humanidade, a dos verdadeiros super-homens, isto é, a daqueles que se sacrificam pelo bem da humanidade, no que se resume a grande missão social da igreja no presente.A Igreja deve arvorar uma bandeira, concitar homens de boa vontade para uma luta sem trégua contra vícios e misérias da humanidade. A Igreja deve sempre estar em ação fazendo vogar os princípios cristãos o respeito à personalidade humana, a proteção ao fraco, a fraternidade, a cooperação. É o amor palavra sendo colocado em praticidade a Igreja deve testemunhar aqui na terra o Evangelho em sua totalidade. Somente o cristianismo poderá salvar a humanidade do caos e da miséria em que se encontra. Esperamos que a Igreja seja Igreja, pois só assim poderemos aguardar “Novos céus e nova terra, em que habita à justiça”. 

Pastor AmauryGomes Silva.



Sermão: O Justo e o Impio
Segunda-feira Fevereiro 19th 2007, 01:33
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Texto: Salmo 1:1-6

Introdução: 

As Escrituras nos mostra uma linha divisória entre duas classes distintas de pessoas: Os justos e os ímpios. Mas para entendermos melhor as distinções entre duas classes, se faz necessário atentar para aquilo que nos apresenta a palavra de Deus. Tema: Diferencias que há entre o justo e o ímpio. 

Como poderemos fazer compreender a bela diferença que há entre o justo e o ímpio. A luz da Bíblia?Observando os deveres incondicionais do justo. Que são eles: I.                    Os justos são aqueles que se recusam a viver sob atmosfera do mal.A atmosfera do mal é representada pelo salmista como um ambiente de perversidade como maldades, intrigas, torpezas, arrogância, etc. (Salmo 1:1; 64:3-4, e Tiago 4:1)A prática dessas atitudes gerarão morte e frieza espiritual, sem contar com a retribuição justa de Deus (Jó 34:11 e Jer. 25:14). 

II.                   Os justos não se alegram com a injustiça. Eles recusam a praticarem a própria injustiça.Os ímpios armam ciladas através dos nós da mentira. A justiça é uma das características básicas do justo, ele procura exercer porque essa é uma das atribuições do cidadão dos céus (Salmo 15:2).Os ímpios ao se aliarem com a prática da justiça tripudiam ou seja alegram-se com a infelicidade do justo, regozijando-se com o mal que as escondidas armam contra o inocente. Eles se esquecem que a sentença divina se manifestará em suas vidas (Jeremias 22:13-23). III.                 O justo se distingue do ímpio por sua humildade. Assim como a soberba é uma das características fundamentais dos ímpios a humanidade caracteriza o justo.Os justos não procuram se beneficiar em sua própria causa mascarando assim suas verdades, camuflando-se para tirar vantagens.Os ímpios gostam de sobressaírem, de ser notícias, de se apresentarem como a solução.São autônomos e seus prazeres constituem a sua própria lei (Salmo 73:1-10).Como os justos em Israel, os piedosos de nossos dias vivem os ímpios que apresentam uma falsa aparência piedosa mas, como servos de Deus devemos nos recusar a viver sob esta influência do mal; lembrando que, para os que forem justos diante do Senhor existe uma promessa para ser desfrutada ainda nesta vida: “No devido tempo dá o seu fruto e tudo quanto fizer será bem sucedido”. (Salmo 1:3) 

Conclusão: Os verdadeiros justos devem buscar a face do Senhor. Mostrando disposição para serem humildades esta que é sua características maior, devem ser voluntários, fiéis nas obras, na moradia, no ouvir, no falar e no andar. (I Pedro 1:13-16).Vale a pena ser justo? 

Rev.Amaury Gomes da Silva



Sermão: perdão
Segunda-feira Fevereiro 19th 2007, 01:30
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Mt. 18:10-35

 

Introdução

A.                Quem já perdoou alguém?B.                Viver sem conhecer a realidade do perdão verdadeiro é uma grande escravidão, e, acreditem, tem destruído muitas vidas.1.                 Pessoas tem sido destruídas.2.                 Famílias tem sido desagregadas.3.                 Amizades tem sido desfeitas.4.                 Uniões tem sido quebradas.5.                 Igrejas tem sido um inferno. 

 

 

Porque precisamos do perdão?

A.                Porque vivemos num mundo de pecadores. Sem perdão é impossível viver neste mundo.B.                Porque precisamos de Deus e do próximo e sem o perdão nos tornamos solitários.C.                Porque precisamos ter paz e liberdade. 

Muito bem, descobrimos que precisamos do perdão, mas que tipo de perdão precisamos?

1.                 Há um tipo falso.2.                 E um tipo verdadeiro de perdão

O tipo verdadeiro de perdão foi o que Jesus ensinou a seus discípulos. Quais as características desse perdão?

 

Característica do perdão verdadeiro

A.                O verdadeiro perdão não despreza o pecador. (V.10)1.      Desprezo é oposto ao amor.2.      Quando desprezamos os outros, demonstramos total falta de amor pela vida dos outros.3.      Quando desprezamos os outros declaramos nossa total falta de interesse pela vida dos outros.B.                O verdadeiro perdão se interessa pelas pessoas. (V.10)1.      Se comove com a situação das pessoas.2.      Se compadece do pecador.3.      É tomado de amor e de falta de misericórdia pelos outros.4.      Foi neste espírito solícito por comunhão, união, conciliação que Jesus veio buscar e salvar os perdidos. (V.11)C.                O verdadeiro perdão produz alegria cheia de prazer. (V.13)1.      Não há experiência de maior prazer do que a comunhão e a amizade.(o melhor caminho daqui para Londres um amigo)D.                O verdadeiro perdão é o Espírito correto por traz da disciplina.

1.      O desejo do perdão é que leva o cristão a ir aguir o irmão que pecou. (V.15)

2.      O desejo de reconciliação é que leva o cristão a insistir até esgotarem todos os meios pelos quais a comunhão venha a ser mantida.E.                O verdadeiro perdão vai além dos mesquinhos cálculos humanos. (V.21 e 22)

1.      Os rabinos calculavam até 3 vezes que deveríamos perdoar o próximo.

2.      Pedro foi generoso e falava em perdoar o irmão 7 vezes.3.      A resposta de Jesus a isto, coloca o perdão ilimitado como o padrão necessário ao cristão.4.      O verdadeiro perdão não tem limites.F.                 O verdadeiro perdão é incondicional. (V.27) “ver 23-331.      Ele não espera nada em troca2.      A única coisa que traz esperança quando o perdão é oferecido é que o perdão seja aprendido. (V.32, 33)3.      “Quando chegamos ao calvário aprendemos como podemos ser perdoados, quando nos demoramos ali aprendemos como podemos perdoar.”4.      Quando ouvimos a oração de Cristo por seus inimigos “Pai perdoa-lhes”. Descobrimos que as condições que impomos para liberarmos nosso perdão não passa de mesquinhez.G.                O verdadeiro perdão é Libertador. (V.27,30)1.      O perdão é capaz de quebrar as cadeias da culpa.2.      O perdão é capaz calar os gritos de uma consciência machucada.3.      Há pessoas que tem sido verdadeiros carrasco dos outros, porque podem perdoá-los e não o fazem.4.      Outros já mataram seu próximo porque o condenaram a nunca mais  participar de sua vida. “Eu perdoei fulano, mas para mim morreu! Quantos não conseguem dormir porque não foram perdoados!”H.                O verdadeiro perdão não é superficial mais íntimo. (V.35)1.      O perdão superficial é um embuste que dura pouco, pois não passa de palavra vazia.

Finalmente irmãos, o verdadeiro perdão é uma via de mão dupla. (V.35)

1.        Uma vez vi um cartaz que dizia mais ou menos assim:

“Não me pises quando estiveres subindo pois podes precisar de mim quando estiveres descendo.”

2.        Há também uma reciprocidade quanto ao perdão:a.      O Senhor nos perdoa quando perdoamos.b.      Todavia, o Senhor nos nega o perdão quando nós o negamos. 

Concluindo

A.       Talvez, depois de ser estabelecido um padrão como este você esteja se sentindo oprimido.Talvez, você diga para se, não posso.B.       O melhor mesmo é dizer: Senhor aumenta a minha fé.“Pois quando a gente diz: aumenta minha fé.Aumenta porque não tenho essa altura.porque não tenho esse tamanhonão tenho essa grandeza…O Senhor faz isso. 

 

Rev.Amaury Gomes da Silva